sexta-feira, 29 de abril de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

Sob Tua Custódia


Meu amado Senhor, Meu Amigo, Meu Guarda,
apesar da minha pequenez, da minha imperfeição,
venho recorrer-me de Ti para as aflições deste mundo,
da nossa vida, do nosso dia a dia.
Apresento-Te o que hoje Te foi relatado através de mim.
Atende. Dá a luz de que precisam. Dá a resposta que anseiam.
Dá a graça de serem perseverados de todos os perigos e inimigos,
visíveis e invisíveis, interiores e exteriores.
José, Guarda da Família, Guarda da Igreja,
que o Céu e Terra se prostram perante Ti, pela Graça do Divino Jesus,
ajuda esta família. Guarda-a. Protege-a.
Com toda a humildade.
Sempre teu.

terça-feira, 1 de março de 2011

Virginal José de Nazaré


Neste ano de 2011, neste mês de março, de São José, Esposo da Imaculada Mãe de Jesus, Filho de Deus Pai, a Virgem Maria, quero renovar-Te a minha entrega total a Ti, meu Amado José de Nazaré. Toda a minha vida, a minha vontade, a minha liberdade, o meu querer, o meu pensar, o meu desejar, o meu sentir, o meu ver, o meu ouvir, o meu palmilhar, José, Te entrego, Te confio. Orienta-me. Ilumina-me. Não sei viver. Não sei amar. Não sei doar-me. Não sei desfazer-me de mim mesmo. Não sei pensar mais nos outros. Não sei calar meu pensamento. Não sei olhar em pureza. Não sei fazer algo em perfeição. Mas sei, José, que Te quero, bem como à tua Imaculada Esposa, Maria sempre Virgem, ao Teu divino Filho, sob tua custódia. Sei que vos quero. Isso sei. E sei que sou imperfeito. Isso sei. Sei que me esforço por ser puro. Isso sei. E sei que Tu me amas. Sei que me defendes (na minha humana maneira de exprimir) diante de Jesus, que não é Juiz, mas Misericórdia. Sei que não me acusas de nada, apesar de tão forte fraqueza da minha pessoa. Sei que me abraças (na minha maneira humana de exprimir), como que me escondendo, com meus erros, para que eles não sejam percebidos pela Divina Misericórdia.
Meu Amado José, virginal Esposa da Imaculada Virgem Maria, Mãe verdadeira do Filho de Deus Pai, Jesus, obrigado por teu Amor por mim. Obrigado pela tua calma, paciência. Obrigado pelos teus sorrisos para comigo. Sempre sorrindo-me, em cada erro que faço. Sorrindo para me animar, e olhando-me para me orientar, e estendendo tuas mãos, para me amparar. Obrigado, meu silencioso Pai, Amigo, Irmão, Companheiro. Obrigado pelo teu sorriso tão virginal. Só o teu sorriso é tudo para mim. Não preciso nem de uma palavra tua. Sorri! Sorri! Sorri! E em cada erro que vislumbro em mim, pela Graça divina, somente olho para ti e sorri. Te digo: «vês, José, sou mesmo forte na fraqueza. Sou mesmo forte na imperfeição e fraco na acção». E eu só sei sorrir para ti. Nem uma palavra pronuncio, meu Casto José. Ela seria oca. O sorrir é tudo.
Vejo-vos, a Ti, a Maria, a Jesus, a Trindade, os seres celestes, o meu Amado Jorgel, sempre a sorrir. Nem uma admoestação por causa da minha imperfeição. Não vos vejo zangados, aborrecidos, cansados, comigo ou com qualquer ser, imagem de Deus. Somente sorris para nós. Obrigado. Eu descubro esse Sorriso.
Como é belo o sorriso. Como é doce o sorriso. Como é atraente o sorriso. Como é transparente o sorriso. Como é puro o sorriso. Como é divinal o sorriso.
A Tua Vida foi constante sorriso. Em tudo sorris. Toda a caminhada com a Sagrada Família foi sorriso.
O sorriso é dos puros, dos mansos, dos amantes que se doam, dos esquecidos de si mesmos.
José, continua a aceitar-me como sou. Obrigado.
Sou louco por Ti.