Leiamos a Exortação Apostólica Redemptoris Custos,
de João Paulo II, papa, 1989, em alguns números:
de João Paulo II, papa, 1989, em alguns números:
O Trabalho Expressão do Amor

22. “A expressão quotidiana deste amor na vida da Família de Nazaré é o trabalho. O texto evangélico especifica o tipo de trabalho, mediante o qual José procurava garantir a sustentação da Família: o trabalho de carpinteiro. Esta simples palavra envolve toda a extensão da vida de José. Para Jesus este período abrange os anos da vida oculta, de que fala o Evangelista, a seguir ao episódio que sucedeu no templo: «Depois, desceu com eles para Nazaré e era-lhes submisso» (Lc 2, 51). Esta «submissão», ou seja, a obediência de Jesus na casa de Nazaré é entendida também como participação no trabalho de José. Aquele que era designado como o ‘filho do carpinteiro’, tinha aprendido o ofício de seu «pai» putativo. Se a Família de Nazaré, na ordem da salvação e da santidade, é exemplo e modelo para as famílias humanas, é-o analogamente também o trabalho de Jesus ao lado de José carpinteiro. Na nossa época, a Igreja pôs em realce isto mesmo, também com a memória de São José Operário, fixada no primeiro de maio. O trabalho humano, em particular o trabalho manual, tem no Evangelho uma acentuação especial. Juntamente com a humanidade do Filho de Deus ele foi acolhido no mistério da Encarnação, como também foi redimido de maneira particular. Graças ao seu banco de trabalho, junto do qual exercitava o próprio ofício juntamente com Jesus, José aproximou o trabalho humano do mistério da Redenção.”
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24. "Trata-se, em última análise, da santificação da vida quotidiana, no que cada pessoa deve empenhar-se, segundo o próprio estado, e que pode ser proposta apontando para um modelo acessível a todos: São José é o modelo dos humildes, que o Cristianismo enaltece para grandes destinos; ...é a prova de que para ser bons e autênticos seguidores de Cristo não são necessárias «grandes coisas», mas requerem-se somente virtudes comuns, humanas, simples e autênticas.”
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24. "Trata-se, em última análise, da santificação da vida quotidiana, no que cada pessoa deve empenhar-se, segundo o próprio estado, e que pode ser proposta apontando para um modelo acessível a todos: São José é o modelo dos humildes, que o Cristianismo enaltece para grandes destinos; ...é a prova de que para ser bons e autênticos seguidores de Cristo não são necessárias «grandes coisas», mas requerem-se somente virtudes comuns, humanas, simples e autênticas.”
O Depositário do Mistério de Deus
4. Quando Maria, pouco tempo depois da Anunciação, se dirigiu a casa de Zacaria
s para visitar Isabel sua parente, ouviu, precisamente quando a saudava, as palavras pronunciadas pela mesma Isabel, «cheia do Espírito Santo» (cf. Lc 1, 41). Para além das palavras que se relacionavam com a saudação do anjo na Anunciação, Isabel disse: «Feliz daquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que Ihe foram ditas da parte do Senhor» (Lc 1, 45). Estas palavras constituíram o pensamento-guia da Encíclica Redemptoris Mater, com a qual tive a intenção de aprofundar o ensinamento do Concílio Vaticano II, quando afirma: «A Bem-aventurada Virgem Maria avançou no caminho da fé e conservou fielmente a união com seu Filho até à Cruz», (5) «indo adiante» (6) de todos aqueles que, pela via da fé, seguem Cristo.
Ora ao iniciar-se esta peregrinação, a fé de Maria encontra-se com a fé de José. Se Isabel disse da Mãe do Redentor: «Feliz daquela que acreditou», esta bem-aventurança pode, em certo sentido, ser referida também a José, porque, de modo análogo, ele respondeu afirmativamente à Palavra de Deus, quando esta lhe foi transmitida naquele momento decisivo. A bem da verdade, José não respondeu ao «anúncio» do anjo como Maria; mas «fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu a sua esposa». Isto que ele fez é puríssima «obediência da fé» (cf. Rom 1, 5; 16, 26; 2 Cor 10, 5-6).
Pode dizer-se que aquilo que José fez o uniu, de uma maneira absolutamente especial, à fé de Maria: ele aceitou como verdade proveniente de Deus o que ela já tinha aceitado na Anunciação. O Concílio ensina: «A Deus que revela é devida a "obediência da fé" (...); pela fé, o homem entrega-se total e livremente a Deus, prestando-lhe "o obséquio pleno da inteligência e da vontade" e dando voluntário assentimento à sua revelação». (7) A frase acabada de citar, que diz respeito à própria essência da fé, aplica-se perfeitamente a José de Nazaré.
5. Ele tornou-se, portanto, um depositário singular do mistério «escondido desde todos os séculos em Deus» (cf. Ef 3, 9), como se tornara Maria, naquele momento decisivo que é chamado pelo Apóstolo «plenitude dos tempos», quando «Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher... para resgatar os que se encontravam sob o jugo da lei e para que recebêssemos a adoção de filhos» (Gál 4, 4-5). «Aprouve a Deus - ensina o Concílio - na sua bondade e sabedoria, revelar-se a si mesmo e dar a conhecer o mistério da sua vontade (cf. Ef 1, 9), pelo qual os homens, através de Cristo, Verbo Incarnado, têm acesso ao Pai no Espírito Santo e se tornam participantes da natureza divina (cf. Ef 2, 18; 2 Pdr 1, 4)». (8)
Deste mistério divino, juntamente com Maria, José é o primeiro depositário. Simultaneamente com Maria - e também em relação com Maria - ele participa nesta fase culminante da auto-revelação de Deus em Cristo; e nela participa desde o primeiro momento. Tendo diante dos olhos os textos de ambos os Evangelistas, São Mateus e São Lucas, pode também dizer-se que José foi o primeiro a participar na mesma fé da Mãe de Deus e que, procedendo deste modo, ele dá apoio à sua esposa na fé na Anunciação divina. Ele é igualmente quem primeiro foi posto por Deus no caminho daquela «peregrinação da fé», na qual Maria, sobretudo na altura do Calvário e do Pentecostes, irá adiante, de maneira perfeita. (9)
6. A caminhada própria de José, a sua peregrinação da fé terminaria antes; ou seja, antes que Maria esteja de pé junto à Cruz no Gólgota e antes que Ela - tendo Cristo voltado para o seio do Pai - se encontre no Cenáculo do Pentecostes, no dia da manifestação ao mundo da Igreja, nascida pelo poder do Espírito da verdade. E contudo, a caminhada da fé de José seguiu a mesma direção, permaneceu totalmente determinada pelo mesmo mistério, de que ele, juntamente com Maria, se tinha tornado o primeiro depositário. A Encarnação e a Redenção constituem uma unidade orgânica e indissolúvel, na qual a «economia da Revelação se realiza por meio de ações e palavras, intimamente relacionadas entre si». (10) Precisamente por causa desta unidade, o Papa João XXIII, que tinha uma grande devoção para com São José, estabeleceu que no Cânone romano da Missa, memorial perpétuo da Redenção, fosse inserido o nome dele, ao lado do nome de Maria e antes do dos Apóstolos, dos Sumos Pontífices e dos Mártires. (11)
s para visitar Isabel sua parente, ouviu, precisamente quando a saudava, as palavras pronunciadas pela mesma Isabel, «cheia do Espírito Santo» (cf. Lc 1, 41). Para além das palavras que se relacionavam com a saudação do anjo na Anunciação, Isabel disse: «Feliz daquela que acreditou que teriam cumprimento as coisas que Ihe foram ditas da parte do Senhor» (Lc 1, 45). Estas palavras constituíram o pensamento-guia da Encíclica Redemptoris Mater, com a qual tive a intenção de aprofundar o ensinamento do Concílio Vaticano II, quando afirma: «A Bem-aventurada Virgem Maria avançou no caminho da fé e conservou fielmente a união com seu Filho até à Cruz», (5) «indo adiante» (6) de todos aqueles que, pela via da fé, seguem Cristo.Ora ao iniciar-se esta peregrinação, a fé de Maria encontra-se com a fé de José. Se Isabel disse da Mãe do Redentor: «Feliz daquela que acreditou», esta bem-aventurança pode, em certo sentido, ser referida também a José, porque, de modo análogo, ele respondeu afirmativamente à Palavra de Deus, quando esta lhe foi transmitida naquele momento decisivo. A bem da verdade, José não respondeu ao «anúncio» do anjo como Maria; mas «fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu a sua esposa». Isto que ele fez é puríssima «obediência da fé» (cf. Rom 1, 5; 16, 26; 2 Cor 10, 5-6).
Pode dizer-se que aquilo que José fez o uniu, de uma maneira absolutamente especial, à fé de Maria: ele aceitou como verdade proveniente de Deus o que ela já tinha aceitado na Anunciação. O Concílio ensina: «A Deus que revela é devida a "obediência da fé" (...); pela fé, o homem entrega-se total e livremente a Deus, prestando-lhe "o obséquio pleno da inteligência e da vontade" e dando voluntário assentimento à sua revelação». (7) A frase acabada de citar, que diz respeito à própria essência da fé, aplica-se perfeitamente a José de Nazaré.
5. Ele tornou-se, portanto, um depositário singular do mistério «escondido desde todos os séculos em Deus» (cf. Ef 3, 9), como se tornara Maria, naquele momento decisivo que é chamado pelo Apóstolo «plenitude dos tempos», quando «Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher... para resgatar os que se encontravam sob o jugo da lei e para que recebêssemos a adoção de filhos» (Gál 4, 4-5). «Aprouve a Deus - ensina o Concílio - na sua bondade e sabedoria, revelar-se a si mesmo e dar a conhecer o mistério da sua vontade (cf. Ef 1, 9), pelo qual os homens, através de Cristo, Verbo Incarnado, têm acesso ao Pai no Espírito Santo e se tornam participantes da natureza divina (cf. Ef 2, 18; 2 Pdr 1, 4)». (8)
Deste mistério divino, juntamente com Maria, José é o primeiro depositário. Simultaneamente com Maria - e também em relação com Maria - ele participa nesta fase culminante da auto-revelação de Deus em Cristo; e nela participa desde o primeiro momento. Tendo diante dos olhos os textos de ambos os Evangelistas, São Mateus e São Lucas, pode também dizer-se que José foi o primeiro a participar na mesma fé da Mãe de Deus e que, procedendo deste modo, ele dá apoio à sua esposa na fé na Anunciação divina. Ele é igualmente quem primeiro foi posto por Deus no caminho daquela «peregrinação da fé», na qual Maria, sobretudo na altura do Calvário e do Pentecostes, irá adiante, de maneira perfeita. (9)
6. A caminhada própria de José, a sua peregrinação da fé terminaria antes; ou seja, antes que Maria esteja de pé junto à Cruz no Gólgota e antes que Ela - tendo Cristo voltado para o seio do Pai - se encontre no Cenáculo do Pentecostes, no dia da manifestação ao mundo da Igreja, nascida pelo poder do Espírito da verdade. E contudo, a caminhada da fé de José seguiu a mesma direção, permaneceu totalmente determinada pelo mesmo mistério, de que ele, juntamente com Maria, se tinha tornado o primeiro depositário. A Encarnação e a Redenção constituem uma unidade orgânica e indissolúvel, na qual a «economia da Revelação se realiza por meio de ações e palavras, intimamente relacionadas entre si». (10) Precisamente por causa desta unidade, o Papa João XXIII, que tinha uma grande devoção para com São José, estabeleceu que no Cânone romano da Missa, memorial perpétuo da Redenção, fosse inserido o nome dele, ao lado do nome de Maria e antes do dos Apóstolos, dos Sumos Pontífices e dos Mártires. (11)
A Figura de José,
Esposo de Maria, Virgem, Mãe de Jesus, Filho Unigénito de Deus Pai,
é impar na Igreja, na Fé.
Sem Ele, a Maternidade Divina de Maria não se realizaria. É Ele que legaliza a Maternidade. Ao aceitar Maria, como Mãe do Filho de Deus, Ele faz todo o plano salvífico atuar. A Deus, para quem não existe tempo, a quem o passado e o futuro pertencem, tudo se realiza no seu desígnio. Contudo Ele espera a resposta da pessoa. Ele espera a atuação da pessoa. Ele sabia o «Sim» de Maria. Ele sabia o «Sim» de José. Mas Maria é a Mãe e primordial no Amor. Ela concebe antes do «Sim» de José. E José não quer colocar Maria em situação crítica diante de ninguém. As famílias seriam salvaguardadas, bem como a moral de Maria, bem como a espiritualidade e religiosidade e o que advém das formalidades religiosas. Neste seu «Sim», Ele como que foge do problema, para o qual não tem nem encontra resposta. Mas enfrenta o problema, permitindo que o acusem de abandono.
Sem o «Sim» de José, o Salvador não nasceria. Foi uma grande humilhação para José saber da Maternidade Divina de Maria. Ele sabia que o Salvador nasceria, mas nunca imaginou que fossem eles o Casal escolhido. O Silêncio de Deus será o Silêncio de José. Não questiona Maria, na sua Maternidade, aceita A como é. Não questiona Deus, aceita este plano salvífico, oculto e desconhecido para Ele. A Maria tudo foi claro, na Anunciação. A José torna se claro, na sua Anunciação, quando sabe que é Ele quem terá de dar o Nome ao Filho de Maria, Filho de Deus, fruto do Espírito Santo. (Mt 1,18-21). Este seu Amor a Maria, que é Amor a Deus, a Seu Filho, Jesus, é o Amor de total doação. Nega se, renega se a si mesmo, despreza se totalmente, para que Maria seja a honrada, a privilegiada, amada entre todos. Esta abnegação de si mesmo, para que Maria nada sofra, é a suprema doação. É o seu martírio. É a sua condenação. É a sua crucifixão. Ele destruiu se. Ele procurou a felicidade de Maria e para Maria. Ele não procurou a sua felicidade. Ele não procurou o mais fácil. Muito pelo contrário. Este Amor de José é sem medida. Desprezando se, o que o Seu Filho Putativo irá instruir, Ele segue à letra a Mensagem de Jesus: «quem quiser seguir Me, renegue se a si mesmo, tome a sua cruz e siga Me». José aplicou totalmente o Evangelho na sua vida. Nada falhou. Maria suplanta José, não temos dúvidas. Mas Ele é fiel discípulo do Seu Filho Jesus. Ele é Homem que nunca duvida nem questiona. Vive. Cumpre. Executa.
Aprecio imenso este Amor de José, tão mal entendido e tão pessimamente explicado por sacerdotes (pois nada entendem de José, senão como Esposo de Maria e,... pronto).
Ele é um coração de Amor.
Temos de honrar estes três castíssimos e santíssimos Corações. Há um pavor de falar do Coração de José. A Igreja, instituição, não fala. A espiritualidade está por baixo, em todas as classes na Igreja. Não admira não se falar de José nem O explicar. Honremos estes três Corações.
Digamos: Santíssimos Corações de Jesus e de Maria e de José, honra, louvor e glória a Vós.
Criemos esta devoção ao Castíssimo Coração de José.
José, no seu trabalho de carpinteiro, é Homem perfeito. Exímio trabalhador, segundo Deus e segundo os homens. E é exímio pobre. Trabalha o dia a dia, para sustento familiar. Trabalha, entrega todos os pedidos mesmo sem receber o seu valor de trabalho, que é o sustento da Família de Nazaré. É raro encontrar este altruísmo. Mas há. E esta entrega ao trabalho, desinteressado, doado, é um correto serviço à Comunidade humana. Alguém precisa de um objeto, José executa, para acudir àquela necessidade, àquela pessoa. Pois a sua alegria está em servir, ver a pessoa feliz por ter o que queria, mesmo que não receba o seu sustento. Alegria de ver feliz alguém, é o seu sustento, o mesmo sustento de Maria e Jesus: Servir. Servir. Em nada Ele questiona a pessoa que não paga, nem pergunta quando pagará. Tudo porque Ele tem um Coração de profundo Amor, que é acompanhado e enriquecido pelo Amor de Maria e de Jesus.
por frei mariojorgeofm
http://www.salvemaliturgia.com/2010/03/sao-jose-patrono-da-igreja-universal-e.htmlalvemaliturgia.com/2010/03/sao-jose-patrono-da-igreja-universal-e.html
[este artigo, infra, conferir no link supra; transcrevo como está; ]
Sem o «Sim» de José, o Salvador não nasceria. Foi uma grande humilhação para José saber da Maternidade Divina de Maria. Ele sabia que o Salvador nasceria, mas nunca imaginou que fossem eles o Casal escolhido. O Silêncio de Deus será o Silêncio de José. Não questiona Maria, na sua Maternidade, aceita A como é. Não questiona Deus, aceita este plano salvífico, oculto e desconhecido para Ele. A Maria tudo foi claro, na Anunciação. A José torna se claro, na sua Anunciação, quando sabe que é Ele quem terá de dar o Nome ao Filho de Maria, Filho de Deus, fruto do Espírito Santo. (Mt 1,18-21). Este seu Amor a Maria, que é Amor a Deus, a Seu Filho, Jesus, é o Amor de total doação. Nega se, renega se a si mesmo, despreza se totalmente, para que Maria seja a honrada, a privilegiada, amada entre todos. Esta abnegação de si mesmo, para que Maria nada sofra, é a suprema doação. É o seu martírio. É a sua condenação. É a sua crucifixão. Ele destruiu se. Ele procurou a felicidade de Maria e para Maria. Ele não procurou a sua felicidade. Ele não procurou o mais fácil. Muito pelo contrário. Este Amor de José é sem medida. Desprezando se, o que o Seu Filho Putativo irá instruir, Ele segue à letra a Mensagem de Jesus: «quem quiser seguir Me, renegue se a si mesmo, tome a sua cruz e siga Me». José aplicou totalmente o Evangelho na sua vida. Nada falhou. Maria suplanta José, não temos dúvidas. Mas Ele é fiel discípulo do Seu Filho Jesus. Ele é Homem que nunca duvida nem questiona. Vive. Cumpre. Executa.
Aprecio imenso este Amor de José, tão mal entendido e tão pessimamente explicado por sacerdotes (pois nada entendem de José, senão como Esposo de Maria e,... pronto).
Ele é um coração de Amor.
Temos de honrar estes três castíssimos e santíssimos Corações. Há um pavor de falar do Coração de José. A Igreja, instituição, não fala. A espiritualidade está por baixo, em todas as classes na Igreja. Não admira não se falar de José nem O explicar. Honremos estes três Corações.
Digamos: Santíssimos Corações de Jesus e de Maria e de José, honra, louvor e glória a Vós.
Criemos esta devoção ao Castíssimo Coração de José.
José, no seu trabalho de carpinteiro, é Homem perfeito. Exímio trabalhador, segundo Deus e segundo os homens. E é exímio pobre. Trabalha o dia a dia, para sustento familiar. Trabalha, entrega todos os pedidos mesmo sem receber o seu valor de trabalho, que é o sustento da Família de Nazaré. É raro encontrar este altruísmo. Mas há. E esta entrega ao trabalho, desinteressado, doado, é um correto serviço à Comunidade humana. Alguém precisa de um objeto, José executa, para acudir àquela necessidade, àquela pessoa. Pois a sua alegria está em servir, ver a pessoa feliz por ter o que queria, mesmo que não receba o seu sustento. Alegria de ver feliz alguém, é o seu sustento, o mesmo sustento de Maria e Jesus: Servir. Servir. Em nada Ele questiona a pessoa que não paga, nem pergunta quando pagará. Tudo porque Ele tem um Coração de profundo Amor, que é acompanhado e enriquecido pelo Amor de Maria e de Jesus.
por frei mariojorgeofm
http://www.salvemaliturgia.com/2010/03/sao-jose-patrono-da-igreja-universal-e.htmlalvemaliturgia.com/2010/03/sao-jose-patrono-da-igreja-universal-e.html
[este artigo, infra, conferir no link supra; transcrevo como está; ]
sexta-feira, 19 de março de 2010
São José: Patrono da Igreja Universal e Custódio da Ordem Seráfica
São José: Patrono da Igreja Universal e Custódio da Ordem Seráfica
Postado por frei Cleiton Robson,OFMConv. .jpg)
Na Ordem Franciscana floresceu, em um modo especialíssimo a devoção ao Senhor Jesus Cristo nos mistérios do Natal, da Paixão e da Eucaristia. De igual modo floresceu a devoção à Imaculada Virgem e a São José.
De fato, São José entra na Liturgia Franciscana já no Natal de 1223, na primeira representação do presépio, em Greccio, pelo próprio São Francisco de Assis.
O culto a ele pois, estabelecido já na Igreja Grega, foi coletado pelos franciscanos no seu convento da Terra Santa, especialmente no Santuário da Anunciação, em Nazaré, onde foi a primeira casa da Santíssima Virgem e de São José, e no Santuário onde havia a pobrezinha oficina de São José; donde o culto se espalhou para toda a Ordem.
A festa do Santo Patriarca, muito tempo antes que fosse estendida a toda a Igreja, foi criada e estabelecida na Ordem, juntamente com a festa de São Joaquim, já no Capítulo Geral, realizado em Assis, em 1399. E foi um filho de São Francisco, o Papa Sisto IV (+1484), que introduziu no Missal Romano a festa de São José. Foi um Terciário (OFS) Franciscano, o Papa Pio IX que declarou São José Patrono da Igreja Universal; um outro Terciá
rio Franciscano, o Papa Bento XV que, em 9 de abril de 1919, introduziu no Missal um prefácio especial em honra do Esposo Virgem da Imaculada.
À Ordem Franciscana se deve também a festa do Esposalício da Virgem e de São José, festa esta concedida à Ordem pelo Papa Paulo III, em 1537.
Entre os Santos Franciscanos, quem com maior zelo propagou a devoção a São José, foi São Bernardino de Sena (+1444), que foi o panegirista do Esposo da Virgem. Entre outras coisas, diz que podemos acreditar piamente que São José foi assunto em corpo e alma ao céu, como a Virgem Maria: "Se o Divino Salvador, para satisfazer a sua piedade filial, querendo glorificar a Virgem Santíssima com a assunção de corpo e alma ao céu, pode-se acreditar piamente que não fez menos com São José".
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Na Ordem Franciscana floresceu, em um modo especialíssimo a devoção ao Senhor Jesus Cristo nos mistérios do Natal, da Paixão e da Eucaristia. De igual modo floresceu a devoção à Imaculada Virgem e a São José.
De fato, São José entra na Liturgia Franciscana já no Natal de 1223, na primeira representação do presépio, em Greccio, pelo próprio São Francisco de Assis.
O culto a ele pois, estabelecido já na Igreja Grega, foi coletado pelos franciscanos no seu convento da Terra Santa, especialmente no Santuário da Anunciação, em Nazaré, onde foi a primeira casa da Santíssima Virgem e de São José, e no Santuário onde havia a pobrezinha oficina de São José; donde o culto se espalhou para toda a Ordem.
A festa do Santo Patriarca, muito tempo antes que fosse estendida a toda a Igreja, foi criada e estabelecida na Ordem, juntamente com a festa de São Joaquim, já no Capítulo Geral, realizado em Assis, em 1399. E foi um filho de São Francisco, o Papa Sisto IV (+1484), que introduziu no Missal Romano a festa de São José. Foi um Terciário (OFS) Franciscano, o Papa Pio IX que declarou São José Patrono da Igreja Universal; um outro Terciá
rio Franciscano, o Papa Bento XV que, em 9 de abril de 1919, introduziu no Missal um prefácio especial em honra do Esposo Virgem da Imaculada.À Ordem Franciscana se deve também a festa do Esposalício da Virgem e de São José, festa esta concedida à Ordem pelo Papa Paulo III, em 1537.
Entre os Santos Franciscanos, quem com maior zelo propagou a devoção a São José, foi São Bernardino de Sena (+1444), que foi o panegirista do Esposo da Virgem. Entre outras coisas, diz que podemos acreditar piamente que São José foi assunto em corpo e alma ao céu, como a Virgem Maria: "Se o Divino Salvador, para satisfazer a sua piedade filial, querendo glorificar a Virgem Santíssima com a assunção de corpo e alma ao céu, pode-se acreditar piamente que não fez menos com São José".
é, como verdade só pela Fé se aceita esta dimensão de vida.
ResponderEliminarnão me conheço, e quero conhecer o desconhecido, e gosto de ler esta virtude de José
ResponderEliminargosto; quem ama tudo faz.
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